sábado, 21 de março de 2015

Agnus Dei


AGNUS DEI - Sacred Choral Music - The Choir of New College, Oxford. E.HIGGINBOTTOM [Full Album]

Para ouvir na Semana Santa. Músicas que acalmam e nos fazem pensar... Cristo é a solução!

A Páscoa



Para mim, a Páscoa sempre foi o tempo da renovação. É nessa época que repenso toda a minha vida. É quando Jesus está cada vez mais próximo dos meus pensamentos. Ele sempre está. Mas na Páscoa eu sinto aquela pontada de dor quando lembro de todo sacrifício do meu grande amigo na cruz. E é na Sexta-Feira da Paixão, que fico mais ansiosa, o dia que marca todo o amor de Deus por nós quando nos ofereceu o seu Filho Amado para que morresse por nós na cruz. Nossos pecados, nossas doenças, nossas angústias, estavam nas suas feridas e por causa disso fomos salvos da força do inferno. E tudo o que devemos fazer, é aceitar Jesus como nosso bastante Salvador e obedecer aos seus mandamentos de amor.
Espero que tenhamos uma Feliz Páscoa.
Mônica

quinta-feira, 19 de março de 2015

Iluminando…

Tenho procurado achar os melhores caminhos para a minha vida. Às vezes, é preciso abrir mão de algo importante para encontrar a felicidade na simplicidade. Quando observamos que parte da nossa vida, vivemos do básico, concluímos que nem tudo que reluz é ouro. Descobrimos que a vida está em sermos nós em busca de nós, sempre.

 

quarta-feira, 18 de março de 2015

A televisão

 

Desde a sua criação nunca foi abandonada. O mundo inteiro vive sob a imagem de uma tv. Não importam os críticos que tentam tirá-la de nossas vistas, não importa nada. É como se fosse uma janela aberta para novos horizontes, novos pensamentos. Através da tv podemos saber pelo que cada um de nós é obcecado. A culpa não é da televisão, nós é que trazemos dentro de nós a história que vai combinar com a próxima atração. Pense nisso…

 

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domingo, 8 de março de 2015

É Mulher!

 

Elderly-Woman-Blowing-out-Candles

Mulher que lava

mulher que passa

mulher que passa

pra lá e pra cá

 

mulher que fala

mulher que dá o que falar

mulher que faz poesia

mulher que faz prosa

 

mulher que escreve

mulher que lê

mulher que não sabe ler

mulher que não sabe escrever

 

mulher com um pouco de tudo

tirado por vezes, de quase nada

 

Mônica Banderas

sábado, 24 de janeiro de 2015

Meus amigos octogenários estão partindo...



Tenho estado triste de alguns janeiros para cá: meus amigos com mais de 80 anos estão partindo. Sei que é uma idade bem longa mas não para eles, pessoas lúcidas, com vontade de viver e com muitas e boas histórias para contar. Enciclopédias vivas, por assim dizer...
Em 29 de janeiro de 2012, foi a perda do meu grande amigo, escritor, Almirante da Marinha do Brasil, José Celso de Macedo Soares. Um homem com mais de 1.90 de altura, com voz de trovão e com opinião forte. Porém, um dos maiores cavalheiros que eu já conheci. Com sua inteligência, derrubava mitos e preconceitos. Amava a liberdade e ensinava a sempre termos compromisso com ela. Maricá ficou bem mais vazia sem esse grande pensador e apaixonado por esse lugar que ele escolheu para viver, ele era amazonense. Pediu para ser cremado e que suas cinzas fossem jogadas na lagoa de Maricá. Assim foi feito. 
Agora, no dia 21 de janeiro de 2015, outro amigão, foi embora: Áureo Mello, Ex-Senador, nascido em Rondônia. Era, além de advogado, poeta, prosador e um cara muito bom de conversa. Uma vez liguei para a casa dele em Brasília, às sete da noite e só fui desligar às onze e meia da noite. Isso, porque, eu não aguentava mais o telefone queimando a minha orelha. Se dependesse dele, não tinha hora para desligar, pois ele gostava da noite e dormia de dia. Encontrá-lo antes de 4 horas da tarde era impossível. Essa era a hora em que ele começava a pensar em acordar. Áureo era festeiro, gostava de viver em paz e não abria mão de uma boa prosa. Gostava de viajar, mas nunca de avião. Tinha medo de morrer e uma vez me disse que o medo da morte foi o único medo que ele nunca conseguiu vencer e eu falei pra ele: - Áureo, não pense nisso. Chega uma hora na vida da gente em que a morte vira amiga necessária e ele me disse, há uns três anos atrás: - Moniquinha, eu espero que isso seja verdade porque se não for, eu vou continuar com medo. Rimos muito e trocamos de assunto para a conversa não terminar com esse tom trágico.
Enfim, ele morreu do coração, em sua casa, tranquilo, ao lado de seus grandes amores. Está com certeza, em paz.