terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Quando a dificuldade financeira bate à sua porta



Quando houve um terremoto em Lisboa em 1755, após tantos destroços, o Rei Dom José, perguntou ao General Pedro D'Almeida, o Marquês de Alorna o que fazer:  "“Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”". Com essa resposta está um significado para todas as dificuldades que venhamos a enfrentar na vida. Temos que tirar o que nos impede de caminhar, a tristeza, o mau humor, a procrastinação, a murmuração, o medo, a intriga e enterra-los bem fundo e depois, descobrir com que ferramentas podemos trabalhar. Após isso, temos de fechar as portas para tudo que pode nos desvirtuar. O amigo que dá conselhos improdutivos, o telefone que toca oferecendo empréstimos, os parentes que dizem querer ajudar com condições por vezes, bestiais, desligar-se das mídias que trazem desgraça, notícias que não vão mudar a nossa situação imediata, cortar todos os gastos que não são realmente primordiais. Sem mágoas ou tristeza. Enfrentar o dragão. Se tiver uma religião, uma oração, um mantra, um Salmo, fé em Deus, se apegue a isso, você vai precisar. Não deixe de beber água, de comer seja a comida que for a mais simples que tiver coma com amor, agradecendo por isso, durma, descanse a mente. As coisas vão entrar nos eixos. Logo, vai aparecer a solução. Com a mente descansada, limpa de más energias e com vontade de melhorar, as ideias vão florescer e com certeza, o que virá será surpreendente! Creia, mude a forma de ver as coisas e encontre outros novos caminhos!

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